RESÍDUOS PERFUROCORTANTES
COMO DESCARTAR PERFUROCORTANTE
Resíduos do grupo E são constituídos por materiais perfuro cortantes como objetos e instrumentos contendo cantos, bordas, pontos ou protuberâncias rígidas e agudas capazes de cortar ou perfurar.
Exemplos de materiais perfurocortantes:
- Lâminas e lamínulas;
- Agulhas;
- Agulhas com seringa;
- Ampolas e frascos de vidro;
- Lâminas de bisturi;
- Pipeta Pasteur;
- Tubos de vidro/ tubetes anestesicos;
- Espátulas;
- Pipetas sorológicas;
- Ponteiras;
- Microplacas;
- Tubos com protuberâncias (microtubos).
O que não fazer?
Não sobrecarregar a capacidade das caixas coletoras, pois ocorre o risco de algum objeto perfurocortante sair para fora da caixa.
Não esvaziar e/ou reaproveitar as caixas coletoras. Elas são descartáveis!
A agulha não deve ser retirada da seringa após o uso. O descarte é feito com a seringa.Nunca tirar a agulha com as mãos no caso da carpule, sempre com o auxilio de uma pinça ou porta agulha.
Não quebrar, entortar ou recapear as agulhas.
Possíveis acidentes:- Descarte inadequado do material
perfurocortante;
- Transporte de materiais cortantes e
perfurantes fora do recipiente
adequado;
- Desrespeito ao limite da caixa de
descarte.
- NÃO REENCAPAR NEM
DESACOPLAR
AGULHAS DA SERINGA
PARA DESCARTE
Acondicionamento:
O seu acondicionamento é feito em caixas coletoras para material perfurocortante, fabricadas conforme a Norma Técnica NBR 13853. Elas são resistentes à perfuração, ruptura e vazamento, com tampa provida de fechamento e devidamente identificadas com símbolo de material infectante.
Quando o preenchimento dessas caixas atingir 2/3 de sua capacidade, elas devem ser lacradas e encaminhadas para a disposição final.
Transporte:
O acondicionamento para transporte deve ser nas próprias caixas coletoras, podendo guardá-las dentro de sacos brancos, devidamente identificados.
Destinação Final:
Uma vez tratados e esterilizados, estes resíduos podem ser considerados resíduos comuns, sendo destinados a aterros licenciados.
Curiosidade:
Em diversos estudos, a prática de reencapar as agulhas foi responsável por cerca de 35% dos acidentes com objetos perfurocortantes, enquanto que o descarte de agulhas em local inadequado (saco de lixo comum, cama, mesa de cabeceira do paciente, campos cirúrgicos), ocasionou cerca de 20% dos acidentes com profissionais de saúde.
Referências:
Trilho Ambiental
Estudos científicos:
O que não fazer?
Não sobrecarregar a capacidade das caixas coletoras, pois ocorre o risco de algum objeto perfurocortante sair para fora da caixa.
Não esvaziar e/ou reaproveitar as caixas coletoras. Elas são descartáveis!
A agulha não deve ser retirada da seringa após o uso. O descarte é feito com a seringa.
Nunca tirar a agulha com as mãos no caso da carpule, sempre com o auxilio de uma pinça ou porta agulha.
Não quebrar, entortar ou recapear as agulhas.
- Descarte inadequado do material perfurocortante;
- Transporte de materiais cortantes e perfurantes fora do recipiente adequado;
- Desrespeito ao limite da caixa de descarte.
- NÃO REENCAPAR NEM DESACOPLAR AGULHAS DA SERINGA PARA DESCARTE
Acondicionamento:
O seu acondicionamento é feito em caixas coletoras para material perfurocortante, fabricadas conforme a Norma Técnica NBR 13853. Elas são resistentes à perfuração, ruptura e vazamento, com tampa provida de fechamento e devidamente identificadas com símbolo de material infectante.
Quando o preenchimento dessas caixas atingir 2/3 de sua capacidade, elas devem ser lacradas e encaminhadas para a disposição final.
Transporte:
O acondicionamento para transporte deve ser nas próprias caixas coletoras, podendo guardá-las dentro de sacos brancos, devidamente identificados.
Destinação Final:
Uma vez tratados e esterilizados, estes resíduos podem ser considerados resíduos comuns, sendo destinados a aterros licenciados.
Curiosidade:
Em diversos estudos, a prática de reencapar as agulhas foi responsável por cerca de 35% dos acidentes com objetos perfurocortantes, enquanto que o descarte de agulhas em local inadequado (saco de lixo comum, cama, mesa de cabeceira do paciente, campos cirúrgicos), ocasionou cerca de 20% dos acidentes com profissionais de saúde.
Referências:
Trilho Ambiental
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